E qual a razão do limite dos 3% de défice?

Porque é um número bonito:

Chamado de urgência ao Ministério das Finanças, numa noite de Maio de 1981, Guy Abeille foi obrigado a puxar pela cabeça. Um défice de 1% não podia ser: era “impossível de atingir”. E se fosse 2%? Também não podia ser, já que colocaria o governo sob “demasiada pressão”.

Foi então que lhes ocorreu a cifra mágica dos 3%. “Isto era um bom número, um número que atravessou todas as épocas, que fazia pensar na Trindade”, explicou ao “Le Parisien”.

Lembre-se disso da próxima vez que alguém questione o modelo europeu e seja logo insultado de anti-europeísta.

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